Dentre histórias muito conhecidas sobre serial killers, a do Assassino do Zodíaco com certeza é uma das mais emblemáticas. O caso que está sem resolução até os dias de hoje, aconteceu no Norte da Califórnia no final da década de 60. Durante 10 meses, entre dezembro de 1968 e outubro de 1969, o Zodíaco – codinome usado pelo assassino – deixou vítimas de seus ataques. Geralmente, ele matava jovens casais em ambientes rurais, suburbanos e urbanos. Os casos mais conhecidos aconteceram em Benicia, Vallejo, Condado de Napa e em São Francisco.
O criminoso se tornou conhecido ao enviar cartas ameaçadoras à imprensa até o ano de 1974. Suas cartas continuam mensagens criptografadas, sendo que alguns deles ainda não foram decifrados.
Existem muitas teorias sobre quem é o verdadeiro Assassino do Zodíaco, mas o principal suspeito de ser o autor de tais atrocidades é Arthur Leigh Allen, um ex-professor do ensino fundamental que já foi condenado por crime sexual, mas, por ter morrido em 1992 sem que provas concretas apontassem ele como o real assassino, a resposta deste mistério continua não existindo.
Mas a produção lançada pela Netflix tenta trazer novas evidências sobre o caso. Dirigida por Phill Lott e Ari Mark, a série documental traz novas pistas e depoimentos de pessoas próximas a Allen que podem apontá-lo como o criminoso.
Uma família que teve convívio próximo ao suspeito dá seu depoimento sobre suas memórias e suspeitas sobre Allen, além de detalhes sombrios que o ligam aos crimes. Ainda que fortes evidências sejam apontadas ao decorrer da série documental, ainda é difícil afirmar que Arthur Leigh Allen seja realmente o Assassino do Zodíaco, mas esse mistério que rendeu filmes, matérias jornalísticas e séries, continua a despertar a curiosidade do público mesmo depois de quase 60 anos.
Assista ao trailer oficial:
