O ano acabou e tivemos diversos filmes e séries baseados em livros, mas esse se destacou para mim. Apesar de nos bastidores os atores se envolverem em varias polemicas e parecerem ter um péssimo relacionamento, nas telas, Blake Lively, Justin Baldoni e Brandon Sklenar entregam tudo nessa adaptação do livro clássico de Colleen Hoover.
Justin Baldoni é o diretor dessa adaptação que dividiu opiniões, como de costume para algo adaptado de Hoover. Antes de falarmos sobre o que gostei e o que não gostei nessa adaptação, vamos falar da trama um pouco.
Lily Bloom cresceu vendo sua mãe sofrer abusos de seu pai, o que a deixou ressentida dele e de sua própria mãe por ter ficado com ele. Ela está determinada a ter uma vida diferente.

Um dia ela conhece o encantador Ryle Kincaid, um neurocirurgião ambicioso, e os dois se atraem imediatamente. Ela logo começa um relacionamento com ele, mas ele começa a mostrar sinais de abuso, mas ela perdoa Ryle porque ela é diferente de sua mãe, ou é nisso que acredita.
Um dia, ela reencontra seu primeiro amor Atlas Corrigan, e essa reaparição em sua vida coloca outra tensão em seu relacionamento com Ryle, quando ela descobre que está gravida tudo muda. Nossa protagonista tem que aceitar que é hora de terminar as coisas e seguir em frente, e entender o que sua mãe passou, e parar enquanto é tempo, para que sua vez de ser mãe seja diferente.
No geral gostei da adaptação, diria que romantizaram bem o Ryle, não colocando as cenas mais abusivas dele, e o fato do ator que o interpreta ser um galã, mais atraente que o ator que faz o Atlas em minha opinião, ajuda que ele não pareça tão ruim quanto é.
Porém, apesar disso, gostei da adaptação, ela ainda passou muito bem as dificuldades de perceber que seu relacionamento é abusivo, e que sair dele é sempre mais difícil para quem está de dentro. Então, recomendo que assistam essa obra, mas saibam que ela pode causar gatilhos relacionados a abusos domésticos, então cuidado.
Onde assistir: HBO Max.
